terça-feira, 12 de maio de 2009

Adauto e Raimundo Esmeraldo

O quarto, foi tio Homero que também era dentista, figura humana inesquecível, foi para mim um segundo pai. Irreverente, tem histórias incríveis. Certa vez, chegou em casa, sem se dar conta, que o seu jaleco branquinho, estava manchado de batom vermelho. A mulher, muito ciumenta, logo notou e "armou o maior barraco". Deu-lhe uma bronca, literalmente homérica. Ele, cabisbaixo, precisava urgentemente de uma desculpa. Pensou no mercúrio cromo, muito usado na época e da cor do batom. Entretanto, nervoso e afobado, "borrou" tudo:
-"Você não está vendo logo que isso é AZUL DE METILENO!!"...
A seguir, o já referido Mauricio, funcionário público, da Marinha e por último da Transbrasil.
Pouco tempo depois chegou Humberto Esmeraldo Barreto, destacada figura no cenário Nacional. Foi diretor da Petrobras, assessor de Imprensa no governo Geisel, presidente da CEF e presidente da Transbrasil. Logo a seguir, veio para o Rio, o seu irmão, Fernando Esmeraldo Barreto, que aqui se formou em medicina, casou e foi morar em Londrina, no Paraná, onde vive até hoje.

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